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De acordo com o trabalho de conclusão de curso de Vinicius Duarte Ribeiro, apresentado à Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Instituto de Florestas, no Curso de Engenharia Florestal, houve um aumento de área protegida significativo com o advento do ICMS Ecológico.

Naturalmente, o ICMS-E não é o único responsável por esse aumento, mas certamente fez parte das políticas ambientais que permitiram esse incremento, conforme demonstrado nos seguintes gráficos:

 

Área de Unidades de Conservação no Paraná nos três níveis de governo, antes e depois do ICMS Ecológico.



Área de Unidades de Conservação em São Paulo no nível estadual, antes e depois do ICMS Ecológico.



Área de Unidades de Conservação no Mato Grosso do Sul nos três níveis de governo, antes e depois do ICMS Ecológico.

 


Área de Unidades de Conservação em Minas Gerais nos três níveis de governo, antes e depois do ICMS Ecológico.


Área de Unidades de Conservação em Rondônia nos três níveis de governo, antes e depois do ICMS Ecológico.


Área de Unidades de Conservação no Amapá nos três níveis de governo, antes e depois do ICMS Ecológico.




Área de Unidades de Conservação no Rio Grande do Sul nos níveis estadual e federal antes e depois do ICMS Ecológico

 

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Área de Unidades de Conservação no Mato Grosso nos níveis estadual e federal, antes e depois do ICMS Ecológico.




Área de Unidades de Conservação no Pernambuco nos três níveis de governo, antes e depois do ICMS Ecológico.


Área de Unidades de Conservação no Tocantins nos três níveis de governo, antes e depois do ICMS Ecológico.



Área de Unidades de Conservação no Acre nos níveis estadual e federal, antes e depois do ICMS Ecológico.

 

 

                                


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